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	<title>/blog &#187; porto</title>
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		<title>Porto Alegre, 236 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 14:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>franklin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legal]]></category>
		<category><![CDATA[26 de março]]></category>
		<category><![CDATA[alegre]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário de porto alegre]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; NAS RUAS DE PORTO ALEGRE Porto Alegre, tuas ruas tem infinitas histórias E em todas suas rotas, vejo o poeta e a poesia O escrito e o escrevente, descrito nesta memória Como o revoar das pombas, das torres da reitoria&#8230; ~ Quem me dera, seu eu fosse um filho de Veríssimo Ou um neto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">&nbsp;</p>
<h3 align="center"><u><strong>NAS RUAS DE PORTO ALEGRE</strong></u></h3>
<p align="center"><a href="http://www.franklinjr.com/blog/wp-content/uploads/2008/por-do-sol_em_porto_alegre.jpg" target="_blank"><img src="http://www.franklinjr.com/blog/wp-content/uploads/2008/por-do-sol_em_porto_alegre_thumb.jpg" /></a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_Alegre" target="_blank">Porto Alegre</a>, tuas ruas tem infinitas histórias<br />
E em todas suas rotas, vejo o poeta e a poesia<br />
O escrito e o escrevente, descrito nesta memória<br />
Como o revoar das pombas, das torres da reitoria&#8230;<br />
~<br />
Quem me dera, seu eu fosse um filho de Veríssimo<br />
Ou um neto de Quintana, bem que eu poderia ser<br />
Para dar-te Porto Alegre, um verso muito ilustríssimo<br />
E neles ilustrados as suas ruas, em seu lindo amanhecer&#8230;<br />
~<br />
Eu bem que poderia ser mais um ipê da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Farroupilha" target="_blank">Redenção</a><br />
E num domingo de Bric, desfolhar-me na Bonifácio<br />
Anunciando o outono, no final de mais um verão<br />
Enfeitando de flores, as linhas deste meu prefácio&#8230;<br />
~<br />
E de lá iria com o vento, ou quem sabe ele eu seria<br />
E assim eu correria pelo <a href="http://www.nadademuitointeressante.blogger.com.br/por%20do%20sol%20agora%20vai.JPG" target="_blank">Guaíba</a>, do Gasômetro à Ipanema<br />
E assim atravessaria os morros da Glória até a Serraria<br />
E em Porto Alegre eu me esparramaria, como um simples poema&#8230;<br />
~<br />
E minhas palavras chegariam até Moinhos de Vento<br />
E passeariam pela <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;source=a1745103.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=9178&amp;section=821" target="_blank">Goethe</a> até findar-se na Mariante<br />
E esboçariam em palavras, este meu grande sentimento<br />
Depositadas em rimas, como uma flor lapidada em diamante&#8230;<br />
~<br />
Porto Alegre, quem me dera sê suas ruas falassem<br />
E no adentrar da noite, suas histórias pudesse me contar<br />
Falaria-me dos passos na madrugada, como se cantassem<br />
As Pegadas de Bebeto Alves, nas ondas sonoras soltas no ar&#8230;<br />
~<br />
Há em mim um pouco do Menino Deus, andando pela Getúlio<br />
A também um pouco do Punk, desfilando pela Osvaldo<br />
Há todo aquele frio do vento na Andradas nas manhas de julho<br />
E o caminho da Farrapos, do centro até São Geraldo&#8230;<br />
~<br />
Porto Alegre, lá me vou pela Borges seguindo a o <a href="http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=4&amp;setor=29" target="_blank">Beira-Rio</a><br />
Ou quem sabe pela Azenha, até o <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Est%C3%A1dio_Ol%C3%ADmpico_Monumental" target="_blank">Olímpico Monumental</a><br />
O vermelho e o azul, equilibrando-se ao teu meio-fio<br />
Em nestas suas sendas, a história de um outro Gre-Nal&#8230;<br />
~<br />
Nas tuas esquinas, meninos vendem o Correio e a Zero Hora<br />
Trazem as notícias do que foi ontem, mas não prevêem o futuro<br />
Ah, Porto Alegre, os meus passos eu firmo em ti agora<br />
E observo na Mauá, o detalhe de um artista pintado no muro&#8230;<br />
~<br />
Ah, Porto Alegre, em tuas ruas um povo que luta e protesta<br />
Os caras pintadas, colonos sem terra, professores e suas sinetas<br />
Também há comemoração, tri-legal tuas ruas sempre abertas<br />
Magia simples, casas antigas, venezianas nas venetas&#8230;<br />
~<br />
Porto Alegre, quem me dera morrer, e assim virar poeira<br />
Esparramando-me pelas solas dos sapatos, nas noites sem lua<br />
Assim estaria nos seus caminhos planos, até em suas ladeiras<br />
E me eternizaria feliz, nos ladrilhos de suas ruas &#8230;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
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